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20 de Julho de 2017
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    ANFIP lança Plano de Previdência Associativa

    O presidente Álvaro Sólon de França formalizou a primeira adesão ao Plano de Previdência Associativa da ANFIP, lançado na tarde de hoje (5) durante reunião conjunta dos conselhos Executivo e de Representantes. O vice-presidente Executivo, Floriano José Martins, e o vice-presidente de Assuntos Jurídicos, Márcio Gheller, também aderiram ao plano, administrado pela JUSPREV (Previdência Associativa do Ministério Público e da Justiça Brasileira). Participaram do lançamento José Maria Rabelo, diretor superintendente da Previc; José Edson da Cunha Junior, secretário-adjunto da Secretaria Políticas de Previdência Complementar do MPS; Maria Tereza Uille Gomes, diretora presidente da JUSPREV; e Jair Eduardo Santana, diretor administrativo financeiro da JUSPREV.

    Ao falar sobre a importância do início da operacionalização da Previdência Associativa, Álvaro Sólon lembrou que o ato acontece em cumprimento a uma determinação do Estatuto da ANFIP (artigo 4º, inciso XI), que estabelece como uma das finalidades da Associação “instituir Fundo de Previdência Suplementar e/ ou Complementar para seus Associados, na forma estabelecida em Regulamento”. Essa determinação estatutária foi inserida em Convenção Nacional. “Nossos colegas, àquela época da Convenção, já entendiam que as mudanças constitucionais na previdência dos servidores só retiravam direitos e representavam uma grande insegurança para os servidores”, destacou, ao saudar esses colegas que tiveram essa “visão histórica”. Álvaro Sólon reafirmou ainda que o ato de adesão à JUSPREV não significa que a ANFIP abandonará a defesa da Seguridade Social, especialmente da Previdência Social pública. “Temos um compromisso com a sociedade brasileira e sabemos que a Previdência Social é fundamental para a redução das desigualdades sociais”.

    Floriano José Martins relatou as fases que a ANFIP percorreu nos últimos anos até a concretização da adesão à JUSPREV, entre elas a da criação de um grupo de trabalho que pesquisou o mercado e a previdência complementar até definir qual grupo será o melhor para os associados da ANFIP. “Vimos que a JUSPREV, além da segurança e do rigor técnico, guardava similaridade com a ANFIP, por ter associações de classe representativas das carreiras jurídicas entre as instituidoras”, ressaltou.

    O diretor Superintendente da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), José Maria Rabelo, parabenizou a decisão da ANFIP em aderir à JUSPREV e confirmou que a organização tem feito um trabalho extraordinário na previdência complementar. “As adesões aqui materializadas serão uma prova de como foi acertada a escolha da JUSPREV”, frisou. Rabelo aproveitou para destacar o trabalho dos auditores-fiscais na Previdência Complementar e que o profissionalismo destes servidores garante uma segurança a mais no trabalho da Previc.

    José Edson também enfatizou que a JUSPREV “foi uma boa escolha”. Para ele, a ANFIP teve a preocupação de dotar seus associados e seus dependentes do principal mecanismo de reserva de poupança previdenciária. “É preciso ter preocupação para se criar uma reserva no futuro, seja para o pagamento de plano de saúde ou para medicamentos, e essa formalização da ANFIP nos alegra”, disse.

    A diretora presidente da JUSPREV, Maria Tereza Uille Gomes, também relatou como foi o processo de construção dessa parceria e afirmou que, para a JUSPREV, este é o momento do reconhecimento de um trabalho sério feito em relação à previdência complementar. Maria Tereza falou da importância de se pensar no futuro dos dependentes, pois acredita que a previdência no futuro estará num cenário ainda mais difícil. “As garantias foram diminuindo e, pensando no ontem, já imaginamos que amanhã a tendência é de maiores dificuldades”, alertou. A JUSPREV possui 56 associações de classe, entre representantes do ministério público, de procuradores, de juízes federais. “A única associação que não é da carreira jurídica, mas que é de natureza semelhante, é a ANFIP”, destacou, convidando antecipadamente a Entidade para participar das reuniões do comitê de investimentos para acompanhar onde os recursos estão sendo investidos. “Cada vez mais a gente vê que, lá atrás, quando procuramos um modelo, acertamos o caminho. Quando as associações se unem, e são associações que agem com transparência e seriedade para com a sociedade, o grupo de torna ainda mais forte”, disse. Maria Tereza orientou os membros do Conselho de Representantes para que sejam interlocutores dessa adesão nos estados. “Ao aderir ao plano, vocês formam um juízo de convicção para os associados”, afirmou. Conforme explicou, a JUSPREV não tem fins lucrativos, possui taxas competitivas e trabalha pelo melhor resultado do plano. “Se multiplicarmos os associados e familiares das 56 associações, podemos chegar a 100 mil participantes. Com quatro anos de existência já somos uma marca forte. Daqui a mais cinco anos, esse momento será lembrado como um momento histórico e importante”, finalizou.

    (ANFIP)

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